Debate: “A Internet que temos é a que queremos?”
A Internet que temos atualmente no Brasil é a que podemos ter, diante das deficiências de infraestrutura e dos desafios para expandir o alcance da rede. Ainda que volta e meia queiram mudá-la, a Internet de hoje é bastante aberta, livre e conta com uma base institucional importante para protegê-la, o Marco Civil da Internet.
Com o mote “A Internet que temos é a que queremos?”, a Associação Brasileira de Internet (Abranet) reuniu para um debate os membros do Comitê Gestor da Internet (CGI.br) Demi Getschko, presidente do NIC.br; Flávia Lefèvre Guimarães, conselheira da Proteste, e Eduardo Parajo, presidente da Abranet, além dos diretores da associação Eduardo Neger e José Janone Júnior.
“Há, certamente, um enorme mercado potencial e uma briga para rentabilizar. E isto pode prejudicar a expansão”, pontuou Eduardo Parajo, da Abranet, ressaltando que entre pequenos e médios provedores regionais existe uma vontade grande de investir, mas eles enfrentam limitações evidentes.
Confira a íntegra da cobertura do debate na última edição revista.

