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Apesar da atual baixa adoção, IoT deve se fortalecer nos próximos anos no Brasil

Embora haja muita discussão sobre a adoção de internet das coisas, existem poucos casos práticos no Brasil, de acordo com um estudo realizado pela PromonLogicalis (que, a partir de 1º de março de 2017, passará a se chamar apenas Logicalis). Apenas 31% das empresas entrevistadas adotaram IoT em algum nível entre moderado e alto, enquanto 66% delas chegaram, no máximo, a discutir este tipo de iniciativa.
Apesar da adoção ainda ser baixa, o futuro é promissor. Enquanto, atualmente, 32% dos participantes do estudo enxergam IoT como crucial para seus negócios, este cenário deve se inverter nos próximos anos: 62% dos participantes acreditam que IoT será extremamente importante dentro de três a cinco anos.
A pesquisa IoT Snapshot foi realizada com executivos de 160 empresas de diferentes segmentos para entender a maturidade de adoção de IoT no Brasil e seu potencial de crescimento nos próximos anos. Para eles, a Internet das Coisas vem sendo considerada como uma evolução das tecnologias de automação industrial.
Aumento da produtividade (81%), da eficiência operacional (81%) e redução de custos (79%) foram apontados como os principais benefícios. Outras melhorias buscadas pelas empresas que investem em IoT são suporte à tomada de decisão (75%), inovação (70%), diferencial competitivo (59%) e novas fontes de receita (36%).
O estudo avaliou ainda os principais motivos que levam as organizações de cada um dos segmentos pesquisados a adotarem IoT. O setor de utilidades, por exemplo, visa a redução de custo (67%), produtividade (50%) e eficiência operacional (42%), enquanto o setor público mira eficiência operacional (50%) e suporte à tomada de decisão (45%). Por sua vez, o segmento financeiro busca inovação (44%), seguida de diferencial competitivo (33%).
A adoção de IoT ainda enfrenta desafios significativos, sendo o distanciamento em relação ao tema e a imaturidade tecnológica os pontos mais críticos neste momento — citados por 64% e 63% dos respondentes, respectivamente.
Acesse o estudo completo aqui. 

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