Startups: Pra ser global, é preciso consolidar atuação local

Para ser global, é preciso ter uma atuação local consolidada. Esse é um dos guidelines trazidos pelos CEOs Juan Paulo Ortega (Yuno), Mada Seghete (Branch), Dileep Thazmon (Jeeves) e Harry MacCracken (Fast Company) no debate Going global: how to take on news frontiers, realizado no Web Summit Rio, que acontece até o dia 04 de maio.
O painel discutiu os erros e aprendizados do processo de internacionalização das startups. Com a pandemia, o processo de globalização das empresas foi ampliado e muitas oportunidades criadas. Na visão dos executivos, um dos principais aprendizados é que para ser global, é preciso primeiro ser local de verdade: mentalidade “local first”. Isso ajuda a construir uma vinculação real e na medida das necessidades da comunidade até que o público perceba a empresa como nativa e escale melhor as soluções.
Os aprendizados recomendados são:
– Mentalidade do local para o regional;
– No início, perceba qual seu diferencial e foque o seu negócio. Para questões que não são seu core, conte com a estrutura de parceiros;
– Não olhe apenas para a barreira do idioma, é imperativo observar as diferenças culturais;
– Ter equipe local e todo processo adaptado à realidade local até que todo mundo pense que a solução é nativa daquele país;
– Ter clareza do local, o que ele precisa. Ver o meio pagamento local mais adequado
– Esteja preparado para lidar com os contextos políticos e econômicos dos países;
– Não olhe apenas para o cenário global, mas também o local;
– A internacionalização ajuda as empresas, pois você tem como compensar as sazonalidades locais com uma atuação distribuída;
– Crises precisam ser vistas como oportunidades;
– Aprenda com a realidade local e incremente o seu negócio.


