Privacidade
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Transformação digital não acontece sem mudança na cultura digital
A afirmação foi feita pelo presidente da Unisys no Brasil e VP para a América Latina, Eduardo Almeida. Segundo ele, políticas de conscientização são mandatórias no dia a dia das empresas.
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Google: As pessoas devem fazer escolhas sobre seus dados
A afirmação foi feita pelo vice-presidente Sênior de Assuntos Globais do Google, Kent Walker, que veio ao Brasil para participar da terceira edição anual do Google for Brasil. Segundo ele, a privacidade deve estar disponível para todos.
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Autoridade Nacional de Dados vai à sanção presidencial
Câmara e Senado aprovaram a conversão em lei da MP 869/18, que mantém a Autoridade Nacional de Dados, sob a tutela da Presidência da República. A nova entidade terá um Conselho Diretor formado por cinco membros designados pelo presidente com mandato de quatro anos, não coincidentes – os mandatos dos primeiros membros serão de dois, de três, de quarto, cinco e seis anos.
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SAP e Apple: privacidade dos dados é uma das questões mais importantes do século
O telefone que você tem no agora no seu bolso tem mais dados sobre você do que em sua casa inteira — se alguém invadir a casa vai saber uma fração do que seu smartphone sabe, advertiu Tim Cook, presidente da Apple. SAP diz que o momento dos fornecedores é de entender que o dado é do cliente.
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Brasil participa de solução de reconhecimento facial do aplicativo 99
Sistema, que foi desenvolvido por engenheiros e programadores do Brasil, Estados Unidos e China, identifica automaticamente o rosto dos condutores antes de eles se conectarem ao app. No Brasil, o reconhecimento é feito em parceria com o o Denatran (Departamento Nacional de Trânsito), validando automaticamente a imagem coletada durante o reconhecimento facial com a foto armazenada no banco de dados do órgão.
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Comissão mista aprova texto que recria a autoridade nacional de dados
Mas o receio de novo veto presidencial excluiu do substitutivo à MP 869/18 a obrigação de transformação da Autoridade em autarquia, deixando essa escolha para o governo. Texto ajusta temas sensíveis como penalidades às empresas e o compartilhamento de dados geridos pelo Poder Público.
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Criador do Facebook defende mais regulação para governança de internet
A internet precisa de novas regras, escreveu o fundador e CEO do Facebook, Mark Zuckerberg, em artigo publicado no The Washington Post. O executivo elencou quatro áreas centrais para regulação: conteúdo prejudicial (como propaganda terrorista, discurso de ódio); integridade das eleições; privacidade e portabilidade de dados
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Notícias
Dados públicos: governo revoga Decreto que permitia servidores comissionados determinar sigilo das informações
O Decreto 9690/19, publicado em 23 de janeiro, foi derrubado após pressão da sociedade e do judiciário. Servidores comissionados do governo vão definir se dado público é ou não ultrassecreto
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Inteligência Artificial transforma a humanidade e requer regras de conduta e ética
A advertência é do coordenador do MBA de Marketing Digital da Fundação Getúlio Vargas, André Miceli. Segundo ele, o mau uso da tecnologia poderá criar riscos à sociedade, principalmente, com o poder concedido aos algoritmos.
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CGI.br: cibersegurança exige reconhecimento a privacidade e aos direitos humanos
Em nota oficial,o Comitê Gestor da Internet no Brasil elogiou a abordagem multissetorial do Chamado de Paris, resultado do IGF 2018, realizado em outubro do ano passado. Comunicado reforça que a segurança no ciberespaço deve ser abordada de forma colaborativa e cooperativa pelos diferentes agentes do ecossistema da Internet.
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Servidores comissionados do governo vão definir se dado público é ou não ultrassecreto
Por meio de decreto, assinado pelo vice-presidente da República, Hamilton Mourão, houve uma alteração na Lei de Acesso à Informação, criada em 2012. Governo Bolsonaro nega que queira cercar a liberdade de expressão e diz que a medida foi feita para reduzir a burocracia.
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Só 27% dos que usam smartphones se sentem no controle dos dados pessoais
Pesquisa em 10 países, inclusive no Brasil, aponta que os sucessivos casos de vazamentos e novas leis de proteção da privacidade despertaram a preocupação com dados pessoais e 76% tentam protegê-los.
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Ataques hackers e vírus cibernéticos tiram a paz do usuário brasileiro
Roubo de identidade e fraude bancária foram apontados, no estudo Unisys Security Index, como os itens que mais causam preocupação na população. Boa parte dos entrevistados também desconfia do sucesso da aplicação da Lei Geral de Proteção de Dados.
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Consentimento é apenas uma das bases legais para tratamento de dados
O consentimento do indivíduo é uma das dez bases legais fazerem o tratamento de dados pessoais, mas não a única, ressaltou Viviane Maldonado, advogada, ex-juíza de direito e professora sobre privacidade de dados
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Aplicação da Lei de Dados Pessoais precisa ter base na Constituição
A Lei Geral de Proteção de Dados não especificou diferenciações para tratamento favorecido às microempresas e às pequenas empresas, nos moldes como está na Constituição Federal
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